“Perguntar não ofende, especialmente quando envolve bilhões de reais dos cofres públicos”. É com esse sentimento que a sociedade goiana tem recebido os números contrastantes dos investimentos na saúde do Estado.
A revelação de que o prédio do novo HUGO custará R$ 500 milhões expôs a fragilidade do contrato do CORA, que sem licitação já chega a R$ 2,58 bilhões. Diante dessa diferença injustificável para um prédio menor, a pressão agora se volta para os órgãos de controle. O silêncio já não é uma opção, e especialistas apontam que cabe agora ao Ministério Público e aos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) investigar a fundo a composição dos custos do CORA e os aditivos contratuais aprovados.
