A partir desta semana, entregadores e mototaxistas cadastrados nos programas Move Brasil Entregadores e Motoapp podem solicitar financiamento para a compra de motocicletas e bicicletas, elétricas ou não, com juros subsidiados pelo governo federal. A iniciativa busca oferecer condições mais acessíveis de crédito para profissionais que atendem aos critérios do programa, com operação da Caixa Econômica Federal e garantia do Fundo de Garantia de Operações (FGO). O governo prevê financiar até 100 mil veículos ao longo do período de vigência da linha de crédito.
Requisitos para o financiamento
Os interessados devem procurar instituições financeiras parceiras e passar por análise de crédito individual. Os veículos precisam atender a critérios específicos, como motor de até 160 cilindradas ou 7.500 watts no caso de modelos elétricos, tecnologia flex, zero quilômetro e fabricados no Brasil. Apenas profissionais já cadastrados nos programas citados têm acesso à linha, que conta com subsídio via Fundo de Investimento e Infraestrutura (FIIS).
Como solicitar o crédito
O processo inicia-se com a busca por uma das instituições parceiras, seguida da análise de crédito e da comprovação dos requisitos do programa. A linha de crédito permite que os solicitantes utilizem os recursos para adquirir veículos que atendam às normas estabelecidas, com condições facilitadas de pagamento graças ao subsídio governamental. A operação é conduzida pela Caixa Econômica Federal, que atua como agente financeiro responsável pela concessão dos recursos.
Objetivo da iniciativa
A medida visa reduzir os custos de aquisição de veículos para profissionais de entrega e mototaxi, promovendo maior formalização e segurança no setor. Com juros menores e garantia pública, o programa pretende ampliar o acesso ao crédito para quem depende desses meios de transporte no dia a dia. A expectativa é que a iniciativa beneficie diretamente os cadastrados que cumprem os critérios de elegibilidade.
Ajuda a dar uma entrada maior para o veículo, porque isso reduz o valor financiado e, consequentemente, o risco para a instituição financeira.
Henrique Soares
