O ator Mark Ruffalo obteve apoio público de mais de 180 profissionais judeus da indústria do entretenimento após a Paramount acusá-lo de antissemitismo por críticas a uma fusão empresarial. A controvérsia surgiu após postagem do ator em rede social no dia 21 de agosto de 2026, na qual ele questionou a união entre Paramount e Warner Bros. Discovery e possíveis vínculos com operações em Gaza. A empresa reagiu classificando as declarações como uso de estereótipos antissemitas, o que gerou reação imediata de personalidades como Joaquin Phoenix, Jonathan Glazer, Joel Coen, Todd Haynes e Hannah Einbinder.
Reação da comunidade artística
A carta de solidariedade divulgada entre 1º e 2 de setembro de 2026 em Hollywood defende que as observações de Ruffalo se limitaram à concentração de poder na mídia e não visavam grupos étnicos ou religiosos. Os signatários destacam a importância de separar críticas a decisões corporativas de acusações de preconceito, reforçando o direito à livre expressão em debates sobre o setor audiovisual.
Contexto das declarações
Ruffalo descreveu a postura da Paramount como “terrível e fundamentalmente desonesta”. O episódio ocorre em momento de consolidação entre grandes estúdios, quando discussões sobre influência corporativa e posicionamentos geopolíticos se intensificam na indústria.
Desdobramentos em Hollywood
Até o momento, nenhuma das partes apresentou novas medidas legais ou institucionais. O caso ilustra tensões crescentes entre liberdade de manifestação e responsabilidade corporativa no cenário do entretenimento norte-americano.
