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MEC mapeia 151 iniciativas de recomposição da aprendizagem em 24 estados

© Arquivo/ Agência Brasil
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O Ministério da Educação divulgou na quinta-feira, 25 de junho de 2026, o estudo Diagnóstico das Ações Pela Recomposição Das Aprendizagens, que identifica 151 iniciativas em 24 estados para enfrentar as defasagens educacionais na educação básica. A pesquisa, realizada em parceria com o Instituto Unibanco, mapeia ações de secretarias estaduais e municipais com base no Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens. O objetivo é orientar políticas que garantam o direito à aprendizagem após os impactos da pandemia.

Metodologia e abrangência do diagnóstico

Técnicos e gestores das redes de ensino responderam questionários que avaliaram currículo, mediação pedagógica, desenvolvimento profissional e gestão educacional. O levantamento abrange escolas de todo o Brasil e revela experiências acumuladas por estados e municípios. Essas informações servem para estruturar estratégias que promovam equidade e reduzam desigualdades no ensino fundamental e médio.

Contribuições de especialistas para políticas futuras

Especialistas destacam o valor dos conhecimentos já produzidos localmente. Ricardo Henriques afirmou: “Estados e municípios já acumularam conhecimentos valiosos. Transformar esse patrimônio em inteligência coletiva é um caminho para acelerar a superação das lacunas de aprendizagem e reduzir desigualdades educacionais.” Fabiana Bento acrescentou: “À medida que as políticas de recomposição das aprendizagens se consolidam, existe uma oportunidade para ampliar os espaços de diálogo com os profissionais que atuam nas escolas. São eles que vivenciam, cotidianamente, os desafios da aprendizagem e podem oferecer contribuições importantes para o aperfeiçoamento das propostas curriculares.”

Estados e municípios já acumularam conhecimentos valiosos. Transformar esse patrimônio em inteligência coletiva é um caminho para acelerar a superação das lacunas de aprendizagem e reduzir desigualdades educacionais.

Ricardo Henriques

À medida que as políticas de recomposição das aprendizagens se consolidam, existe uma oportunidade para ampliar os espaços de diálogo com os profissionais que atuam nas escolas. São eles que vivenciam, cotidianamente, os desafios da aprendizagem e podem oferecer contribuições importantes para o aperfeiçoamento das propostas curriculares.

Fabiana Bento

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