Relatórios oficiais desmentem discurso de folga financeira e revelam um Estado com pouca margem para honrar seus compromissos.
Enquanto o governador Ronaldo Caiado viaja o país apresentando Goiás como um verdadeiro modelo de gestão pública, a realidade nos cofres estaduais conta uma história bem diferente e menos confortável. Dados divulgados nacionalmente expõem a fragilidade do equilíbrio fiscal goiano: um avanço de 6,6% nas despesas contra 2% de arrecadação. Essa “herança pesada” cairá diretamente no colo de Daniel Vilela.
A narrativa do sucesso administrativo esbarra na matemática fria da Secretaria da Economia, deixando claro que quem promete muito enquanto a arrecadação trava, fatalmente ficará sem ter o que entregar à população.
