O pai e a madrasta de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, foram presos em Palmas, no Tocantins, sob suspeita de envolvimento na morte da criança. A vítima foi encontrada morta na residência do casal na segunda-feira, 3 de agosto de 2026, e os detidos são Igor Gustavo Veloso de Souza, de 33 anos, e Kathellen Moreira, de 23 anos. As prisões ocorreram na madrugada de quinta-feira, 6 de agosto de 2026, após o pai comunicar o óbito alegando abalo emocional.
O caso ganhou repercussão após o laudo do Instituto Médico Legal apontar múltiplas agressões e violência sexual como causa da morte. As autoridades investigam se o pai e a madrasta cometeram os atos contra a criança, em meio a uma disputa judicial pela pensão que envolve a mãe biológica, Sabrina da Silva Feitosa. O vídeo gravado pela mãe também integra o inquérito em andamento.
Prisões e encaminhamento ao sistema prisional
Os dois suspeitos foram levados para a delegacia após a confirmação dos indícios pela polícia. O pai e a madrasta permanecem à disposição da Justiça, que avalia os elementos colhidos nas primeiras horas da investigação. A ocorrência mobilizou equipes especializadas em crimes contra crianças em Palmas.
Laudo do IML e elementos da investigação
O relatório médico-legal detalhou lesões compatíveis com agressões repetidas e abuso sexual. As autoridades continuam a análise de outros materiais, incluindo o vídeo mencionado e registros da disputa pela pensão. O inquérito segue em sigilo para preservar a integridade das provas.
Contexto familiar e tramitação judicial
A criança vivia com o pai e a madrasta na capital tocantinense. A mãe biológica mantinha ação judicial pela pensão alimentícia, o que integra o conjunto de informações sob exame. As investigações prosseguem para esclarecer todos os fatos relacionados ao caso.
