O percussionista e compositor cubano Degnis Bofill permanece sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) após ser detido no Aeroporto Internacional de Miami. A prisão ocorreu em 19 de agosto de 2026, quando ele retornava de compromissos profissionais em Nova York. Bofill havia entrado legalmente no país em abril de 2023, mas enfrenta um pedido de asilo pendente e é acusado de violar os termos de sua admissão.
Detenção durante operação de fiscalização
Agentes do ICE realizaram a abordagem durante uma operação de fiscalização migratória no terminal aeroportuário. O músico, identificado como Degnis Nelson Bofill Miranda, foi conduzido à custódia federal sem resistência. Fontes oficiais confirmam que ele se encontrava em situação irregular no momento da abordagem, o que motivou a retenção imediata pelas autoridades.
Contexto da entrada nos Estados Unidos
Bofill chegou aos Estados Unidos em abril de 2023 com documentação válida, mas não cumpriu integralmente as condições estabelecidas para sua permanência. Seu pedido de asilo permanece em análise, sem decisão final até o momento. A detenção no aeroporto de Miami interrompeu suas atividades artísticas e gerou incerteza sobre o andamento do processo migratório.
Repercussão entre familiares
A esposa do músico, Mara Delgado, manifestou preocupação com o possível desfecho do caso. Ela destacou o impacto emocional da separação prolongada. O porta-voz do ICE reiterou que a ação seguiu os protocolos padrão de fiscalização.
Estou preocupada com a possibilidade de ele ser deportado, porque não sei quando poderei vê-lo novamente
Mara Delgado
Degnis Nelson Bofill Miranda, um imigrante cubano em situação irregular, foi preso pelo ICE em Miami em 19 de agosto durante uma operação de fiscalização migratória
porta-voz do ICE
